Funcionários públicos acampados em frente ao palácio do governo de Roraima

O crescimento de uma empresa depende de boas decisões, principalmente aqueles referentes aos investimentos, no entanto, as mesmas precisam de giro dos seus estoques e/ou serviços. Empresas de grande porte, possuem caixa para fazer frente aos compromissos, fato que não é privilégio das pequenas empresas e algumas de porte médio.

Em um estado que possui dependência da economia do contracheque, para movimentar produtos e serviços, de certa forma traz preocupação aos pequenos e médios empresários, entre elas, como manter os compromissos em ordem e para os empregados, surgi o fantasma do desemprego, uma possibilidade não descartada, tendo em vista que há possibilidades reais das empresas fecharem as portas.

Com problemas financeiros, o estado deixa de honrar compromissos com fornecedores e atrasa salários dos servidores, que, aliás, estão acampados na frente do palácio da governadora, reivindicando o pagamento dos salários. Servidores públicos, que estudaram e fizeram sacrifícios para passar no concurso, agora, estão equiparados, momentaneamente, aos imigrantes venezuelanos ou pedintes, ou seja, todos precisam de ajudar da sociedade para atender as necessidades básicas de higiene e alimentação. Nem todos possuem reservas econômicas, os que possuem, estão sendo consumidos, ainda, existem aqueles que estão vendendo bens, com intuito de se capitalizar financeiramente.

O final de ano dos servidores públicos do executivo estadual, será dramático e com reflexo direto no comércio local, a situação é preocupante para toda a sociedade que já deve ter compreendido, se existe alguma coisa que os tempos recentes nos ensinaram, é que a cada ano os governos tomam mais e mais dinheiro emprestado e quem financia é o contribuinte.

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