Casal preso na quinta-feira (7), suspeito pela morte de jovem em tribunal do crime. Foto: Divulgação/Polícia Civil

Agentes da Delegacia Geral de Homicídios (DGH), prenderam nessa quinta-feira (7), em Boa Vista, duas pessoas suspeitas de serem as mandantes da morte da jovem Érica Samay, de 18 anos. A vítima foi submetida a um tribunal do crime e corpo foi encontrado no dia 25 de outubro.

Camila dos Santos Ribeiro, de 30 anos, e Ériton Moura dos Santos, de 24 anos, apelidado de ‘Miami’, são apontados como líderes de uma facção criminosa com o “cargo” de “geral” e “disciplina”. O casal, além de suspeito, foi preso por tráfico e associação para o tráfico de drogas.

Sobre a morte de Érika Samay, tanto Camila, quanto companheiro negaram a participação no crime. Entretanto, para o delegado Jorge Wilton Nepomuceno, as investigações confirmam a participação dos dois. Inclusive, ambos seriam uma espécie de “juízes” no tribunal, do qual a jovem foi submetida.

De acordo com a Polícia Civil, Érica Samay sumiu no dia 9 de outubro, por volta das 14h30 quando saiu de casa para visitar um amigo. Nas investigações, seis pessoas adultas e uma adolescente de 16 anos, foram presas por suspeita de matar a jovem.

Os trabalhos apontaram que a garota foi submetida a um “tribunal” por integrantes de uma organização criminosa e levada pelo próprio namorado, o mecânico de motocicleta Alan da Silva Sousa, de 26 anos, para ser morta.

Érika Samay foi levada para três cativeiros diferentes, sendo um numa área de invasão chamada Nova Esperança, no bairro Equatorial, o segundo no bairro Pedra Pintada e, o terceiro, onde teria sido executada, provavelmente no bairro João de Barro.

O corpo de Érika Samay foi localizado na tarde do dia 25 de outubro, após várias diligências realizadas pela equipe da DGH, numa área de difícil acesso, na zona Oeste de Boa Vista.

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