Corpo de Gleison Sotero foi levado para o Instituto Médico Legal Foto: Arquivo/Roraima 1

Um menino de 2 anos morreu nesse sábado (22) com indícios de estupro, no Amajari. Segundo a Polícia Militar ele deu entrada no hospital do município durante a madrugada já morto com hematomas no rosto, no tórax e nos braços, além de hemorragia anal. O padrasto e a mãe da criança foram presos.

A mãe levou o menino ao hospital e disse que o garoto tinha passado mal, após comer um pedaço de bolo, mas no caminho a unidade de saúde ela percebeu que o menino já estava morto em seus braços.

No hospital foi contatado que a vítima estava com hemorragia anal. Após isso, o corpo da criança foi removido ao Instituto Médico Legal para passar pelo exame cadavérico e de acordo com a delegada responsável pelo caso, Rozane Wildmar, o principal suspeito do crime, padrasto do garoto, um homem de 27 anos.

Depois de detidos o casal foi conduzido à delegacia de Pacaraima, onde o suspeito negou ter abusado sexualmente da criança e de tê-lo agredido fisicamente, dando a mesma versão que mãe da vítima ao afirmar que o menino passou mal após comer um pedaço de bolo.

Além disso, os dois negaram que algum estranho tenha ido à casa e que somente estaria o casal e duas crianças, sendo vítima e a irmã dele de 1 ano e 3 meses. As crianças somente teriam ficado sozinhas com o padrasto quando a mãe saiu para vender bolos.

De acordo com a delegada, o comportamento da mãe da criança é frio e não condiz com o de uma pessoa que acabou de perder o filho de uma forma tão violenta. “Não vi uma lágrima, nenhuma expressão de dor”, destacou.

“A criança teve um longo sofrimento. Ela disse que o garoto comeu o bolo e estava passando mal desse às 16 horas. Entretanto, somente foi em busca de socorro umas 3 horas da madrugada, após o menino ter desmaiado. Ou seja, onze horas depois. Ela não acompanhou a criança para o IML, ficou na cidade. Tanto, que quando foi presa estava andando numa rua da localidade de lá”, detalhou a delegada.

Para a Polícia, a versão do casal é uma “história cobertura”, para tentar mascarar o crime e que o garoto foi abusado sexualmente pelo padrasto e a mãe está acobertando o marido.

O casal foi encaminhado para Audiência de Custódia em Boa Vista e está sendo aguardado o resultado do julgamento. Ainda conforme a delegada, vizinhos e a pessoa que prestou socorro à criança devem ser ouvidas.

2 comentários

  1. Tem que pegar o padrasto é a mãe é tortura ,que eles falarão a verdade. este canalha tem que ir morrendo aos pouco. História mal contada ou o padrasto praticava estes atos sem a mãe perceber? tem que fazer exames nas outras crianças,este tipo de crime tem que ser pena de morte no Brasil.

  2. Tem que ter pena de morte no Brasil em caso de crimes desta natureza. Este canalha tem que ser torturado que ele fala o que ele fez com esta criança é fazer o mesmo com ele.É revoltante o que ele praticou se realmente for comprovado nos exames no IML. É tem que fazer exames nas outras crianças.Pena de morte no Brasil Já.

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